A inversão dos papéis do chefe do lar.

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A cada dia que passa é comum o crescimento de mulheres chefes de família na região de Salvador, em muitos casos mexe em uma regra a qual estamos acostumados a ouvir em que mulheres ficam no lar enquanto o marido sai para seu trabalho.
Na casa de Gilmar Silva há 12 anos essa regra passou a ser exceção, pois ele perdeu o emprego que tinha em uma construtora e passou a fazer biscate, pai de três filhos e casado com Maria Rita a qual passou a trabalhar em um hotel de camareira e assim tirar a renda fixa mensal dessa família. Hoje seu Gilmar com 46 anos diz que essa situação já se tornou mais confortável, era duro ter que ficar em casa em quanto você vê sua mulher correndo atrás do sustento da família. (sic)
Casado há 22 anos ele explica que não dá para ser orgulhoso nessas horas, já que o casal é um complemento do outro, explica também que os primeiros meses em que ficou desempregado com três filhos pequeno, veio logo o desespero como iria ser dali pra frente foi quando se passou cinco meses e uma amiga arrumou uma ocupação para dona Maria onde teria carteira assinada e assim garantia uma renda mensal aquele lar.
No Brasil, segundo dados do censo do IBGE (2000), as famílias chefiadas por mulheres representam 24,9% dos domicílios brasileiros. O nordeste é a região brasileira que apresenta a maior proporção de domicílios chefiados por mulheres, na região Metropolitana de Salvador a cada cinco chefes de família trabalha como empregada doméstica um emprego que assiste maior parte das mulheres da cidade e assim deixa de lado a historia que a mulher é submissa ao marido nesse século mulheres buscam igualdade, com isso pode haver a inversão dos papeis como no caso acima.
Na entrevista o senhor Gilmar expressa não ter nenhum problema em ficar em ficar em casa enquanto sua mulher sai segundo ele é um ajudando ao outro ele administra a casa e ajuda quando pode em aspecto financeiro e ela mantedora, veja mais.
Ter casa, comida e roupa lavada é promessa que, no Brasil, muitas mulheres gostariam que fosse colocada em prática pelos maridos, mais a situação está mudando até cresceu a proporção de homens que dizem limpar a casa, lavar a louça, fazer comida ou cuidar dos filhos. Em 2001, 42,6% da população masculina fazia trabalhos domésticos em casa. Em 2005, esse percentual subiu para pouco mais da metade 51,1%.

Quem disse que o homem não tem jeito pra ser dono de lar está enganado a capacidade que assiste a um nasce para todos a fortaleza de um ser masculino pode ser transformada em uma habilidade domiciliar.

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2 Comentários

  1. outubro 2, 2007 às 7:30 pm

    [...] A inversão dos papéis do chefe do lar [...]

  2. outubro 15, 2007 às 7:25 pm

    [...] A inversão dos papéis do chefe do lar. [...]


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