Companhia Vila Dança, a arte dos movimentos

Com movimentos corporais e sons a Companhia Vila Dança vem desenvolvendo trabalhos há 10 anos tarefas que vem encantando o Brasil e o mundo e sendo merecedoras de prêmios mundialmente reconhecidos.

Criada em abril de 1998 pela coreógrafa Cristina Castro, a Cia Viladança é a companhia de dança contemporânea residente do Teatro Vila Velha.

Com ações respaldadas pela UNESCO, troféus e parcerias internacionais, compromisso com o desenvolvimento sócio-cultural e atuando constantemente pela consolidação da Dança em sua terra natal, a Bahia, a Companhia alcança dez anos com uma identidade própria. Ao mesmo tempo, mutante a cada desafio representado por novas criações.

Cristina Castro Coreógrafa, diretora, dançarina, produtora, professora de dança contemporânea e criadora do projeto fala que “O Vila” Dança é um sonho que veio a se desenvolver em um Teatro que desde sua abertura na época da ditadura há 44 anos só havia peças e apresentações musicais e nada envolvido com a dança.

Experimentando com temas, técnicas e linguagens, apresenta leituras e reflexões sobre o mundo do último segundo e as inquietações da humanidade perante ele. Para dar corpo a essas idéias, utiliza uma mescla de movimento, imagem e som que já conquistou, admiradores e reconhecimento no cenário da dança nacional e internacional. As apresentações coreógrafadas e as dramatizações apresentadas no Vila Velha inspirou Cristina Castro a desenvolver o grupo de dança que hoje é conhecido como Vila Dança que hoje conta com 15 dançarinos fazendo apresentações de diversos estilos.

 

10 espetáculos no repertório

Aroeira – com quantos nós se faz uma árvore (2006)
Da Ponta da Língua à Ponta do Pé (2004)
Caçadores de cabeças – Headhunters (2003)
José ULISSES da Silva (2002)
Hai Kai Baião (2001)
CO2 – Cinco sentidos e um pouco de miragem (2000)
Sagração da Vida Toda (1998)
Hot (1998)
Exposição Sumária (1998)
200 e poucos megabytes de memória (1998)

 

Prêmios conquistados

1998 : Troféu Mambembe/ companhia revelação / FUNARTE
1998 e 1999: Edital pela Fundação Cultural do Estado da Bahia
1999: Prêmio Estímulo a Espetáculos de Sucesso em 98/ FUNARTE, SATED
2000: Edital pela Fundação Cultural do Estado da Bahia
2000: EnCena Brasil-Prêmio Circulação/ FUNARTE
2002: EnCena Brasil-Prêmio Circulação/ FUNARTE
2003: EnCena Salvador, Premio Teatro e Dança /Fundação Gregório de Mattos
2003: Prêmio UNESCO de Fomento das Artes
2004: Edital de dança dos Correios – 1ª etapa
2005: Edital de Projetos Culturais/ Programa BNB de Cultura

 

Já realizou mais de 400 apresentações ao longo de sua trajetória. Além da diversidade técnica e estética, o trabalho da companhia também envolve ações de cunho social e educacional, como projetos de interação com comunidades, escolas públicas e particulares, que têm por objetivo a formação de platéia para as artes cênicas. 

 

OS ENFERMEIROS DA SAÚDE

 

Foto de porfissionais de saúde

O descaso e abandono a saúde publica acarreta uma série de acontecimentos no estado da Bahia, superlotações de hospitais e em postos de saúdes não há profissional para atender a população a qual tanto necessita de auxilio medico já visto que em muitos casos só podem contar com esse sistema.
Temos bons profissionais que atuam no serviço público, mas na realidade não aceitam o modelo de gestão implantada pelo nosso Sr. Secretário de Saúde, onde ele, na realidade,  criou uma verdadeira anarquia

na área de saúde no Estado da Bahia, onde profissionais, médicos recebem salários completamente diferentes uns dos outros.
Criaram-se várias espécies de contratos no Estado da Bahia para atender a esses profissionais. É contrato REDA, é contrato por cooperativa, é contrato particular, é contrato terceirizado, é contrato “quarterizado”, é o próprio médico concursado, é o médico do REDA, isso gerou essa balbúrdia, essa confusão, pois o mesmo médico que trabalha no pronto-socorro, deputado João Carlos Bacelar, recebe mil e duzentos reais, o outro que trabalha no mesmo pronto-socorro recebe cinco mil reais. Veja a situação que se criou uma competição por salários dentro da assistência pública.
Com toda essa competição salarial dos profissionais  o que se vê a cada dia que passa são pessoas morrendo nos corredores de hospitais por falta de atendimento e o sofrimento expressivo no rosto do povo.
Hoje basicamente a saúde se encontra quase toda terceirizada com contratos superfaturados é o que afirma Jorge Dantas funcionário da prefeitura que faz parte de dessa terceirização ele nos traz mais ainda que essas empresas privadas que a prefeitura contrata possui um bom capital a qual falta no nosso governo até para fazer manutenção nas ambulâncias e assim restringe o salário desses funcionários quais se encontram a 4 meses em greve por falta de salário.
A situação de nosso estado está em estado lastimável, pois até programa de Saúde a Família onde funcionários fazem trabalho de prevenção e atendimento esses profissionais tem seu dinheiro atrasado em até 45 dias.
A prefeitura encerrou o contrato com algumas empresas terceirizadas e até os dias de hoje se nega a pagar as rescisões dos trabalhadores os impedindo de trabalharem em outro local, já que a mesma se nega dar baixa nas carteiras de trabalho assim eles não trabalham com isso unidades ficam fechadas e a população acaba sofrendo as conseqüências dessa má administração.
Observamos agora que não podemos jogar a responsabilidade para cima dos médicos, os médicos querem trabalhar e querem produzir, querem atender a população baiana, mas pra isso é preciso receber pelos seus prestos afinal ninguém trabalha sem retorno a não ser voluntariado. Agora, a desordem existe e o secretário atual está sem pulso e sem poder de comando na Secretaria de Saúde do Estado da Bahia.
   

O Nordeste pede água

Na conferencia Jaime Wright um dos assuntos tratado foi à questão do semi- árido Nordestino com a situação da escassez da água onde traz a tona maneiras que possam amenizar como experimentos criados em laboratório que já esta  sendo usado o armazenamento da água no solo e o mantimento da água purificada nas cisternas.
A conjunção destes fatores ambientais condicionou significativas limitações para um desenvolvimento sustentável da agricultura rudimentar típica da região, situação que em Quixadá foi agravada pela grande concentração fundiária (53,4% dos imóveis rurais são minifúndios, mas estes ocupam somente 10,2% da área
total do município, enquanto os latifúndios ocupam 66,4% desta área).
Ambientalistas acreditam que essa situação se de as mudanças climáticas onde devido a vários fatores ambientais as estações se tornaram confusas onde o inverno não é mais o mesmo o verão e as outras estações, nos seres humanos contribuímos e muito nesse fator com a falta de consciência pela natureza a agredindo ao invés de cuidar de algo que só vai favorecer a nos mesmo.

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O maior problema do semi-árido nordestino não é a falta da água e sim a gestão dos recursos hídricos da região que passa por uma má organização do setor publico que assim aliado com a seca afeta milhares de pessoas como vimos neste texto .
As secas e a estrutura fundiária são usualmente apontadas como as causas primordiais do intenso fluxo migratório da região quanto mais gente o consumo intensifica e se assim não tiver uma gestão com o manuseio eficaz essa situação pode se estender por um grande período e assim ocasionar a inexistência de uma região produtora de alimentos sustentáveis. 

A inversão dos papéis do chefe do lar.

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A cada dia que passa é comum o crescimento de mulheres chefes de família na região de Salvador, em muitos casos mexe em uma regra a qual estamos acostumados a ouvir em que mulheres ficam no lar enquanto o marido sai para seu trabalho.
Na casa de Gilmar Silva há 12 anos essa regra passou a ser exceção, pois ele perdeu o emprego que tinha em uma construtora e passou a fazer biscate, pai de três filhos e casado com Maria Rita a qual passou a trabalhar em um hotel de camareira e assim tirar a renda fixa mensal dessa família. Hoje seu Gilmar com 46 anos diz que essa situação já se tornou mais confortável, era duro ter que ficar em casa em quanto você vê sua mulher correndo atrás do sustento da família. (sic)
Casado há 22 anos ele explica que não dá para ser orgulhoso nessas horas, já que o casal é um complemento do outro, explica também que os primeiros meses em que ficou desempregado com três filhos pequeno, veio logo o desespero como iria ser dali pra frente foi quando se passou cinco meses e uma amiga arrumou uma ocupação para dona Maria onde teria carteira assinada e assim garantia uma renda mensal aquele lar.
No Brasil, segundo dados do censo do IBGE (2000), as famílias chefiadas por mulheres representam 24,9% dos domicílios brasileiros. O nordeste é a região brasileira que apresenta a maior proporção de domicílios chefiados por mulheres, na região Metropolitana de Salvador a cada cinco chefes de família trabalha como empregada doméstica um emprego que assiste maior parte das mulheres da cidade e assim deixa de lado a historia que a mulher é submissa ao marido nesse século mulheres buscam igualdade, com isso pode haver a inversão dos papeis como no caso acima.
Na entrevista o senhor Gilmar expressa não ter nenhum problema em ficar em ficar em casa enquanto sua mulher sai segundo ele é um ajudando ao outro ele administra a casa e ajuda quando pode em aspecto financeiro e ela mantedora, veja mais.
Ter casa, comida e roupa lavada é promessa que, no Brasil, muitas mulheres gostariam que fosse colocada em prática pelos maridos, mais a situação está mudando até cresceu a proporção de homens que dizem limpar a casa, lavar a louça, fazer comida ou cuidar dos filhos. Em 2001, 42,6% da população masculina fazia trabalhos domésticos em casa. Em 2005, esse percentual subiu para pouco mais da metade 51,1%.

Quem disse que o homem não tem jeito pra ser dono de lar está enganado a capacidade que assiste a um nasce para todos a fortaleza de um ser masculino pode ser transformada em uma habilidade domiciliar.

Jogadores sofrem de parada Cardíacae morrem em campo

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 Como retrata Globo Online, desde o ano de 2004 o futebol brasileiro tem se familiarizado com mortes de jogadores em campo, causa essa que surpreende muitos médicos especialistas no caso, já que se tem em base que esporte é saúde o porquê tantas causa de morte com atletas.
Infecções comuns como a bronquite, a pneumonia e a cistite aumentam em até cinco vezes o risco de um ataque cardíaco, segundo pesquisa feita com 40 mil históricos médicos. Este aumento do risco acontece enquanto os pacientes estão doentes, de acordo com o estudo.
O nome assusta e não é pra menos. A síndrome metabólica potencializa os fatores de risco para doenças cardíacas. A principal característica da síndrome é a gordura visceral aquela que se acumula entre os órgãos do aparelho digestivo, como fígado e intestino.
O assunto tem criado uma polêmica no mundo futebolístico onde médicos e treinadores discutem sobre o assunto em questão. Se jogadores levam a vida tão saudável pra manter o físico, e tem um condicionamento alimentar balanceado no período de concentração momento o qual jogadores fazem baterias de exames e saem com resultados satisfatório.
A Fifa preocupada com o rumo dos acontecimentos decretou que é a favor do exame cardíaco em jogadores, horas antes do jogo para prevenir futuros casos fatais. A morte de três jogadores nos últimos dias chocou o país e essa recente seqüência trágica se iniciou com a morte do jogador inglês Anton Reid que tinha apenas 16 anos e jogava no Walsall, da 3ª divisão inglesa.
Não é o esporte que causam essas mortes e sim, se atletas aparentemente saudáveis já apresentarem problema congênitos ou cardíacos e tais esses que não chegue a ser constatado em exames laboratoriais a não ser um mais detalhado.

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